Sublinho o que posso dizer
Nas breves dos jornais
Anónimo ser como escrevo
Mais tarde que cedo espero encontrar
Ao fim do cabo uma linha que seduz os mortais
Troco de passo e enrolo
flutuo na tua mão como bola de cristal
Prevê condensa o futuro
Esconde no fundo de um muro
Gravita entra e sai

Murmuro longe num fumo
Mergulho fundo no Mundo (fundo)
Sinto as pernas nos estendais que balançam
Não segura. a bola cai
És sono roubado ao altar dos desejos
Queda sem rede é assim que me vejo
Aparo de ponta ao desvio de uma linha
Não olho para o ar que sufoca na porta
da luz antes de entrares
É perfeita a noção do silêncio
Sempre que estreita eu não tento
provar o que é desejo de um beijo
Preso no cimo do tejo nado para o cais
A sul não sinto os pés que resvalam
Da porta da rua as cartas perdem o norte
Bato os pés antes de voltar a olhar-te
Mas encontrei a força nem sinto a voz tão rouca
Aponto e faço a conta nem sempre de somar
Nas breves dos jornais
Anónimo ser como escrevo
Mais tarde que cedo espero encontrar
Ao fim do cabo uma linha que seduz os mortais
Troco de passo e enrolo
flutuo na tua mão como bola de cristal
Prevê condensa o futuro
Esconde no fundo de um muro
Gravita entra e sai

Murmuro longe num fumo
Mergulho fundo no Mundo (fundo)
Sinto as pernas nos estendais que balançam
Não segura. a bola cai
És sono roubado ao altar dos desejos
Queda sem rede é assim que me vejo
Aparo de ponta ao desvio de uma linha
Não olho para o ar que sufoca na porta
da luz antes de entrares
É perfeita a noção do silêncio
Sempre que estreita eu não tento
provar o que é desejo de um beijo
Preso no cimo do tejo nado para o cais
A sul não sinto os pés que resvalam
Da porta da rua as cartas perdem o norte
Bato os pés antes de voltar a olhar-te
Mas encontrei a força nem sinto a voz tão rouca
Aponto e faço a conta nem sempre de somar
PTiago





